Homem é preso e indiciado por homicídio duplamente qualificado em Paulistas

Um jovem de 21 anos foi indiciado por homicídio consumado duplamente qualificado, as qualificadoras do motivo fútil e mediante emboscada, após a finalização de inquérito da Polícia Civil. O homicídio ocorreu no mês de maio de 2021 na cidade de Paulistas. Com o cumprimento do mandado de prisão preventiva deferido pelo Poder Judiciário, o investigado foi preso nesta quarta-feira (25).

O crime ocorreu no início da noite do dia 26 de maio de 2021. A vítima, Petrônio Queiroz da Silva, de 21 anos, foi morta a tiros na localidade de Córrego dos Almeidas, no município de Paulistas, próximo à passarela de acesso ao Córrego dos Piaus.

A Polícia Militar foi acionada e, durante a apuração do caso, ouvindo testemunhas que estavam no local, foi informada que o investigado, de 21 anos, seria o autor do homicídio.

Segundo a polícia, a vítima estava no interior de um bar com amigos, e o investigado teria passado em frente ao estabelecimento por três vezes, em uma moto.

De acordo com uma das testemunhas do crime, o investigado, na terceira passagem em frente ao bar, teria parado o veículo e entrado no estabelecimento. A vítima chegou a cumprimentá-lo, e ele respondeu acenando a cabeça.

Logo após, o investigado saiu do  bar. Minutos depois, a vítima também saiu do bar, em uma motocicleta, e, ao entrar na passarela dos Piaus, foi atingida por tiros. Nesse momento, várias testemunhas afirmam que avistaram a moto de propriedade do investigado sair do local em fuga, em alta velocidade.

A Polícia Militar tentou localizar o investigado após a ocorrência do crime, porém, ele não foi localizado em nenhum local esperado, não sendo encontrado em casa, na casa de familiares ou de amigos.

De acordo com o delegado Viener de Souza Martins Junior, por meio das investigações preliminares foi possível saber que a vítima havia mantido um breve relacionamento amoroso com a atual companheira do investigado. Ainda segundo relatos, ela ainda alimentava um sentimento amoroso pela vítima e, esporadicamente, trocava mensagens de celular com ele.

Testemunhas ainda relataram ao delegado que o investigado tinha conhecimento dessas mensagens, pois tinha total acesso ao seu celular. Após o homicídio, tanto ela como ele apagaram todas as mensagens do celular e trocaram o número do telefone. (Com informações e foto do Diário do Rio Doce)